terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Gestores, Abraçadores ou Saqueadores? Que Político Queremos?

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero que a ressaca do carnaval já tenha passado e com ela possamos fazer uma reflexão acerca da importância do processo político para a vida de cada um de nós, haja visto que, tudo aquilo que impacta de modo direto ou indireto as nossas vidas é reflexo da boa ou da má política praticada em nosso país, estado e/ ou município e quanto menor é o engajamento das pessoas de bem, dos verdadeiros cidadãos, ou seja, daqueles que querem o bem comum, que batalham pela evolução do lugar onde vivem, maiores serão os políticos que praticam atos ilícitos, que praticam a corrupção e dilapidam o patrimônio público.
Em nosso estudo desta semana, iremos falar sobre alguns tipos de político que hoje fazem parte do nosso cotidiano e para iniciar vamos falar sobre um dos livros de cabeceira que nós Consultores Políticos, que é “O Estado Espetáculo” de Roger Gérard Schwartzemberg (ao qual utilizamos nas sessões de coaching político e ainda na fase de montagem de coligações para mostrar os estilos de liderança política) juntamente com o clássico “ A Arte da Guerra” de Sun Tzu, o mais interessante que quase a totalidade dos nossos “nobres” representantes nem sabem que a existência destas obras literárias., portanto, eis a explicação para a ausência total de bons líderes na política nacional.
Os gestores, são facilmente notados pela população, pois deixa marcas profundas no coração do seu povo, pois é aquele que através da PBP (Prática da Boa Política) promove em seu mandato o crescimento contínuo de sua localidade, e com sua grande participação torna-se praticamente imbatível nas urnas, pois o voto nada mais é do reconhecimento e gratidão do cidadão por todos os benefícios promovidos à sua comunidade, é comum não vermos estes políticos envolvidos em escândalos de corrupção, exceto aqueles promovidos pela fértil imaginação de seus opositores que usam como principal estratégia eleitoral o desespero e o despreparo.
Os abraçadores, são aqueles que até tem um alto índice de popularidade, pois estão sempre em contato com o povo, e quando são oposicionistas prometem mundos e fundos, vendem até a ideia de que se tiver uma “oportunidade” o cidadão terá a sua “vaguinha no céu” garantida, porém na prática é totalmente diferente, e ficam em busca de popularidade, buscando abraçar todos a quem encontra, ao invés de estar juntamente com sua equipe desenvolvendo projetos que melhorem a vida de todos.
Os saqueadores, são aqueles que juram de pés juntos que são bons gestores e que tudo o que tem de errado na gestão se deve à língua ferina e afiada dos seus adversários políticos, tornam-se abraçadores naturais para tentar resgatar a credibilidade junto ao público, mas na calada da noite roubam e fazem o que bem entendem do erário público.

Espero ter contribuído com a reflexão de todos vocês.
Um forte abraço e que Deus nos abençoe e nos proteja.
Sena é consultor político, com formação em Marketing pela UNIP-Universidade Paulista, sendo especialista em Análise e Consolidação de Cenário Político pela Universidade de Toronto-CAN, atua com coaching político, treinamentos e palestras em oratória política, comunicação governamental, marketing político eleitoral, é filiado a ABCOP (Associação dos Consultores Políticos do Brasil) e há mais de 10 anos atua na gestão de campanhas eleitorais nos estados do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Tocantins, Rio de Janeiro e São Paulo.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Políticos Analógicos e Juventude Digital



Feliz Ano Novo! 

Após o carnaval, o ano iniciou com força total, e quero agradecer aos leitores que me enviaram mensagem por e-mail e mensagens através das redes sociais comentando o artigo anterior, fico grato e desejo que o nosso estudo desta semana seja tão proveitoso para todos nós quanto o anterior.
A partir das eleições de 2010 um novo e poderoso elemento de comunicação começou a ser utilizado em campanhas eleitorais: as redes sociais, que por sua vez puderam proporcionar importantes variações no cenário eleitoral e transformaram os jovens nos principais elementos do novo processo eleitoral, pois principalmente nos jovens das classes C e D eles têm hoje um papel não só opinativo, mas um papel de decisão na hora voto da família, isso causado por alguns aspectos aos quais pudemos apurar em pesquisas comportamentais.
Ao não acreditarmos em valorizarmos a juventude, estamos dando um grande tiro na cabeça, pois estamos em 2016 e há muito não podemos considerar a juventude como o grupo de indivíduos alheios às transformações de nosso país, o que pode ser observado em 2013 quando a juventude foi a grande responsável pelas manifestações que começaram a colocar em cheque a credibilidade dos nossos políticos, e a internet vem cada vez mais se transformando num grande palanque para as discursões políticas, sendo assim, os números condizem em plenitude com esta colocação e então vamos a eles.
90% dos nossos jovens acreditam em seu potencial, ou seja, tem fé que se tiverem oportunidades vencerão na vida. 80% visionam que as mudanças que o país necessita passam pelo voto, 56% de nossa juventude tem um grau de escolaridade maior de que os seus pais e chegam a contribuir com até 98% do orçamento familiar, mas qual tem sido o comportamento de nossos políticos diante desta ferramenta de comunicação tão importante?
“Os políticos são analógicos e a nosso juventude é digital”, esta é a minha conclusão a respeito da utilização das redes sociais por parte dos políticos partidaristas do Brasil, que com raríssimas exceções utilizam a rede para difundir o que chamamos de boas práticas políticas através das redes sociais, e muitos sequer tem uma presença digital capaz de chamar atenção do eleitorado, pois muito ainda se questiona sobre a eficácia da internet, mas em uma campanha mesmo que municipal nenhum candidato tem como ser Unipresente, ou seja, é impossível mesmo que em um município pequeno estar em todos os lugares, um candidato cumpre presencialmente de 20 a 35% do território de campanha, muito deste espaço é coberto somente com carreatas, visitas de ponto a ponto, o que não quer dizer que não podem dar atenção aos seus eleitores através das redes sociais, outra grande deficiência está centrada na comunicação governamental que faz com que por falta de informação o cidadão reclame de serviços que são prestados e muito bem prestados pelos municípios, governos estaduais e governo federal, tudo isso se deve ao fato de não desenvolverem boas estratégias de marketing digital, o que deverá ser uma tônica no pleito deste ano, pois é máxima a redução de custos em campanhas eleitorais, portanto, o eleitor deverá estar cada vez atento ao que rola na rede e os políticos deverão se concentrar em produzir não só bons conteúdos digitais, mas focar em uma comunicação que permita ao eleitor vê-lo (a) como alternativa viável para a condução de um mandato prodigioso à frente de um cargo público eletivo.

Qualquer dúvida, estou a disposição de todos!

Forte abraço!
Sena é consultor político, com formação em Marketing pela UNIP-Universidade Paulista, sendo especialista em Análise e Consolidação de Cenário Político pela Universidade de Toronto-CAN, atua com coaching político, treinamentos e palestras em oratória política, comunicação governamental, marketing político eleitoral, é filiado a ABCOP (Associação dos Consultores Políticos do Brasil) e há mais de 10 anos atua na gestão de campanhas eleitorais nos estados do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Tocantins, Rio de Janeiro e São Paulo.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

2016: O Eleitor É O Protagonista da Eleição:



Segundo a máxima Brasileira, depois do carnaval o ano vai realmente iniciar e os olhos e ouvidos se voltarão à disputa eleitoral de 02 de outubro que irá eleger prefeitos e vereadores nos mais de cinco mil municípios do país, e uma série de incógnitas vem povoando a cabeça e tirando o sono dos políticos, qual será o comportamento do eleitorado neste ano?
Com as manifestações populares iniciadas em junho de 2013 em grande parte gerada pela plena insatisfação dos cidadãos com os rumos da nossa política, nos faz até não achar nenhum absurdo se tivermos uma debandada em massa das urnas, e alguns estudos estão apontando que teremos este ano o maior índice de abstenção da história, o que em nada nos ajudaria a sairmos desta situação calamitosa a qual nos encontramos hoje, mas na hora H o eleitor vai sim às urnas exercer o seu papel, agora conquistá-los será uma tarefa muito complicada se for trabalhada de modo tradicional.
Oitenta por cento (80%) dos nossos eleitores não querem nenhum político em suas portas, e sabem porquê? Simplesmente pela falta de comprometimento dos nossos políticos com a gestão e o bem-estar da coletividade, pelos altos índices de corrupção deflagrados nas operações Lava Jato e Zelotes, pelo atual momento econômico que o país atravessa vem provocando na população uma grande reflexão sobre quem serão os seus representantes a partir do próximo ano. Pela primeira vez na história recente do Brasil, o eleitor fará uma profunda viagem na busca de candidatos que possam resgatar as nossas esperanças por um município, estado e país dos sonhos, e isso deverá gerar uma grande mudança no processo de gestão de campanhas eleitorais, e fica um alerta aos nossos políticos compradores de voto: o eleitor já não mais se deixa ser comprado por uma dentadura ou qualquer outro benefício temporário, sejam inteligentes e proativos, substituam esses “pequenos agrados” pela transparência na gestão, pela gestão participativa e comprometida com o sucesso de cada um dos seus munícipes, assim sendo, daqui quatro anos, você terá o maior capital eleitoral que um político pode ter, a credibilidade de cumprir com o que foi prometido, e uma última dica: Discutam amplamente com a sua comunidade os seus planos de governo, deixem de atender somente os interesses de seus patrocinadores de campanha, cresçam com as necessidades reais do povo, aprendam a fazer a política para as massas, saiam mais de seus gabinetes, utilizem como exemplo o excelente início de gestão de Mauricio Macri na Argentina.
E os eleitores, como devem proceder? Em primeiro lugar, observem não o que supostamente está sendo realizado, mas o que não está funcionando, posteriormente entenda que nenhum gestor precisa ser enaltecido pelo que ele tem executado como obra ou programa, pois somos nós quem mantemos a máquina pública em funcionamento através dos nossos impostos, logo eles não estão lhes fazendo nenhum favor, e devem ser muito cobrados quando não executam o que foi proposto.
2016 é o ano onde você eleitor será mais protagonista do que nunca, e, portanto, tome cuidado com os salvadores da pátria e com os “abraçadores de ocasião”, o bom político não é aquele que te afaga, mas sim, aquele que lhe permite através de seus bons projetos, viver de maneira sustentável e segura.